quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Comercial Francês de Prevenção da AIDS

Como passo muito tempo olhando muitas coisas neste mundinho virtual... Resolvi compartilhar. Se eu achar alguma coisa interessante (meu julgamento) sobre qualquer assunto interessante (meu julgamento novamente) irei dividir este achado. Não farei isso agora... Na verdade vou fazer sim! eheheeh vamos começar com este vídeo francês sobre AIDS.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Lenine & Julieta Venegas - Miedo

Medo... Acho que este é... Medo é o que nos dá um limite. Medo é algo que realmente nos limita, nos castra. Medo é algo paradoxal, pois é bom e é ruim! Tudo depende do contexto. Ele pode ser bom como pode ser ruim, muito ruim! Devemos saber lidar com nossos medos. Acredito que no ato de criar algo, de ir além do seus limites, dos conceitos de estética e produção, o medo é uma ferramenta que tem que ser bem empregada. Não devemos ter medo, mas devemos ter ética. Não devemos ter medo, mas devemos ter sabedoria. Nos conhecer, saber dos nossos limites e saber a hora de enfrentar os medos para criar, experimentar uma técnica, um método, um pensamento diferente pode ser o ponto, o sal, o tempero, o fim ou o começo de algo.

uhhu

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Liberdade é limite.

Michel Melamed e seus recortes...


Quando vim para o Rio (em 2006) procurar um lugar para ficar, me deparei com este ser (na tv educativa rj). Foi paxão! Lindo, inteligente, criativo!

Michel Melamed como André Newmann na nova série da Globo "Afinal, o que querem as mulheres?

Como mulher respondo: Tudo, quero tudo da forma mais contraditória e paradoxal possível! Bem... o impossível também!
rsrsrsr

Inutilidades, miudezas, coisas sem valor...

Sou apaixonada por Manoel de Barros. Sinto uma enorme felicidade quando leio suas palavras, suas memórias inventadas, suas frases... Nossa eu amo! Gosto do jeito torto, da criação e admiração pelo insignificante. A profundidade do nada. A perfeição dos descartados.

Alguns pedaços...

"Estou na categoria de sofrer do moral porque só faço

coisas inúteis.
"

"Me procurei a vida inteira e não me achei — pelo que

fui salvo."

"
Com pedaços de mim eu monto um ser atônito."

"O que eu gostaria de fazer é um livro sobre nada. Foi o que escreveu Flaubert a uma sua amiga em 1852. Li nas Cartas exemplares organizadas por Duda Machado. Ali se vê que o nada de Flaubert não seria o nada existencial, o nada metafísico. Ele queria o livro que não tem quase tema e se sustente só pelo estilo. Mas o nada de meu livro é nada mesmo. É coisa nenhuma por escrito: um alarme para o silêncio, um abridor de amanhecer, pessoa apropriada para pedras, o parafuso de veludo, etc, etc. O que eu queria era fazer brinquedos com as palavras. Fazer coisas desúteis. O nada mesmo. Tudo que use o abandono por dentro e por fora."


Manoel está presente nos meus trabalhos, especialmente sobre identidade.






segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Tom Zé - Arquivo - Trama / Radiola

"Ninguém aguenta ser massa o indivíduo quer ser alguém".